Livro

A riqueza da vida simples

Como as escolhas inteligentes podem antecipar a conquista de seus sonhos

Gustavo Cerbasi tem 16 livros publicados e já vendeu 3 milhões de exemplares.

Sobre o Livro

Você trabalha para viver ou apenas vive para trabalhar?

Uma vida rica pressupõe a realização de sonhos. Se você não está alcançando nada do que sonhou, talvez precise rever seu estilo de vida.

Neste livro, Gustavo Cerbasi usa toda a experiência adquirida ao longo de mais de 20 anos dedicados à educação financeira para propor um novo modelo de construção de riqueza, baseado em escolhas sustentáveis.

Em vez de abrir mão de qualidade de vida para manter um padrão incompatível com a sua realidade, o autor propõe reduzir os custos fixos, adotar o minimalismo e ter fartura apenas do que é genuinamente importante para você.

O foco é na redução das ineficiências relacionadas ao padrão de vida. Não se trata de poupar centavos, mas de fazer mudanças estruturais que deixem sua vida financeira menos engessada.

Cerbasi apresenta o projeto de sua casa inteligente e autossustentável, discute os desafios da sociedade frente ao desperdício e aponta caminhos para quem busca mais equilíbrio e liberdade tanto no presente quanto no futuro.

Aqui você vai aprender a:

  • Ter planos para se blindar contra o aumento dos gastos – tanto a inflação como o encarecimento da vida imposto pela idade.
  • Repensar o tamanho e o valor do imóvel onde vive ou do carro que possui.
  • Estudar para fortalecer sua empregabilidade e sua motivação para o trabalho.
  • Reavaliar seus planos com frequência e melhorar seus investimentos.
  • Priorizar a concretização de seus sonhos

Leia um trecho do livro

Introdução

Confesso que relutei em começar a escrever este livro. Após ter publicado 15 títulos, considerava minha obra completa em termos de orientações que poderia passar a meus leitores sobre como planejar suas finanças – ou sobre como se organizar para garantir que grandes planos sejam realizados.

Desde o lançamento de Adeus, aposentadoria, em 2015, dediquei-me a trabalhar predominantemente os aspectos emocionais do planejamento (ou da falta dele) para construir uma prosperidade palpável e viável para todos. Com essa obra, virei do avesso as premissas de um planejamento tradicional (sacrificar, economizar, acumular e desfrutar) para atender também às pessoas que não se enquadravam nesse modelo. Não consegue economizar? Mude sua vida! Não conseguirá se aposentar aos 65? Aposente-se mais tarde! Não aguentará trabalhar tanto? Planeje-se para uma carreira mais prazerosa! Acha que estará velho ao se aposentar? Cuide mais de sua saúde e de sua mente!

Adeus, aposentadoria trouxe alento e alívio a quem se sentia sufocado pelas orientações para poupar. Porém, eu baseava minhas recomendações em algumas iniciativas bastante contundentes. Por que você não se muda para uma casa menor? Por que não escolhe um automóvel mais barato? Por que não adota um estilo de vida mais simples?

Nesse ponto, eu esbarrava em dois sentimentos de resistência por parte de meus leitores. Primeiro, há quem não tenha o que cortar. Seria ótimo reduzir o padrão de moradia, desde que a pessoa tivesse uma casa ou não pagasse aluguel no bairro mais barato da cidade. Seria bom ter um automóvel mais barato, desde que a pessoa não andasse de ônibus. Como simplificar um estilo de vida que já está no osso?

Outro sentimento que identifiquei entre meus leitores e seguidores nas redes sociais foi o de resistir a simplificar o padrão de vida, mesmo quando possível. É fácil entender: nós nos esforçamos para evoluir, sentimos dificuldade em reconhecer nossos erros e fracassos e temos uma forte resistência emocional a nos desfazer de más escolhas – principalmente as complexas, como imóvel, trabalho e automóvel – para enquadrar nosso orçamento no que seria um nível equilibrado.

Voltar atrás não é uma tarefa simples, mesmo que seja um processo de tomar impulso para avançar, pois, nesse caso, deve-se considerar a incerteza em relação ao desenrolar dos acontecimentos. Melhor ficar como estamos, ainda que não seja uma situação favorável, ou arriscar algo melhor? O medo é um reflexo – saudável, diga-se de passagem – da falta de conhecimento dos riscos e possibilidades.

Minha proposta, ao escrever este livro, é apresentar caminhos objetivos para acabar com essas objeções. Nas próximas páginas, provo que a independência financeira é viável mesmo que sua renda seja baixa. Que viver bem é possível mesmo que você more em uma comunidade desassistida pelo Estado. Que você pode aumentar seu conforto e sua qualidade de vida mesmo quando abre mão de sofisticação e status, ou que pode manter seu status mesmo quando abre mão de grande parte de seus gastos.

Minha intenção é provar que enriquecer é uma questão de escolha, independentemente de quão limitadas sejam suas opções. Vou mostrar um caminho que a maioria das pessoas acredita que não existe.

Em diversos trechos do livro, refiro-me a meus alunos. Em títulos anteriores, eu falava dos meus leitores, do público das palestras e de clientes de consultoria. Mas, atualmente, meu trabalho se concentra nas redes sociais e no meu curso on-line Inteligência Financeira. Uso as redes sociais principalmente para transmitir conhecimento e referências de uma riqueza que considero saudável e sustentável, por isso trato meus seguidores como alunos.

Acrescento um ponto importante: muitos de meus seguidores, ou alunos, fazem a ressalva de que, para uma pessoa enriquecer, outra tem que empobrecer. Ou, então, que a lógica capitalista que nos permite prosperar é insustentável, gerando pobreza em grande parte do mundo, excesso de lixo e um desequilíbrio que não será possível manter a longo prazo. Meu objetivo é provar que essa visão está errada.

A riqueza da vida simples trata de soluções para prosperar sem destruir, para construir um futuro rico sem abrir mão da qualidade de vida presente, para saber identificar e praticar a riqueza que, consciente ou inconscientemente, todos queremos ter, mas não sabemos onde encontrar.

Escrevi, propositalmente, um texto leve para que mergulhar nele seja uma decisão simples de colocar em prática. Espero, sinceramente, que este livro lhe proporcione horas inspiradoras e agradáveis – e, sem falsa modéstia, que sua vida seja outra, muito melhor e próspera, após a leitura.

1. O que é preciso para prosperar?

Ilusões

Menos de 2% dos bilhões de habitantes da Terra têm condições de viver até o fim de suas vidas sem preocupações financeiras. Não são, necessariamente, pessoas ricas em termos literais, ou seja, com grandes fortunas acumuladas, mas sim que não dependerão do auxílio de terceiros para custear suas necessidades no futuro. São pessoas que reúnem, em algum grau, o que chamo de independência financeira – algumas com muito dinheiro, muitas com poucas necessidades.

Um número tão pequeno de seres humanos bem-sucedidos pode sugerir que prosperar é para poucos. Essa crença limitante leva muita gente a buscar conforto em estratégias comprovadamente malsucedidas, baseadas em atalhos ou apostas com poucas chances de sucesso. Algumas delas são:

A ilusão do emprego público;

A esperança das loterias;

A busca de um padrinho ou mentor que abra portas;

O voto em políticos populistas;

A dedicação incondicional a um emprego que não será eterno;

A bajulação de parentes ricos;

Investimentos milagrosos;

Negócios que prometem ganhos fáceis ou rápidos;

Mimar filhos para que eles paguem suas contas no futuro.

Talvez você não concorde com o rótulo de malsucedidas que dei a algumas das estratégias acima. Mas, depois de estudar cada uma delas em detalhes com os alunos de meu curso Inteligência Financeira, a conclusão a que chegamos foi de que atalhos podem, sim, dar certo, porém a estatística de sucesso resulta em números irrelevantes.

O emprego público oferece estabilidade, mas não é suficiente para toda a vida, já que o suposto ganho fixo cai após a aposentadoria, enquanto os custos para viver aumentam. Ganhar na loteria é tão improvável que ela pode ser entendida como um imposto (a arrecadação é voluntária, mas com destinação pública) cobrado somente daqueles que são muito ruins em estatística. Loterias sem conhecimento levam a perdas e depressão – isso está muito bem ilustrado no filme Até que a sorte nos separe, baseado em meu best-seller Casais inteligentes enriquecem juntos.

Confiar que alguém vai indicá-lo para um emprego, um cargo comissionado ou um time de futebol chega a ser uma atitude ingênua. Mesmo que você conheça alguém que possa lhe abrir portas, as indicações não vão se sustentar por muito tempo sem competência. Ou seja, no fundo, seu sucesso só depende de você.

Eu poderia detalhar cada situação listada anteriormente. Porém, minha intenção é mostrar que não é preciso contar com a sorte. Independentemente de quanto você tem ou ganha, se fizer escolhas conscientes, pautadas em uma vida de qualidade – mas não de luxo – no presente, seu futuro pode ser muito mais tranquilo e sem privações. Sua vida pode ser muito mais rica do que foi até hoje, desde que você refine sua percepção do que realmente quer e fortaleça sua habilidade de decidir.

O método é bem conhecido

Em meus livros anteriores, destilei a regra essencial para prosperar: gaste menos do que você ganha e invista bem a diferença. Poucas pessoas ignoram esse princípio. Porém, a maioria tem, supostamente, fortes argumentos para não colocá-lo em prática.

Um desses argumentos é não saber investir, o que, na verdade, é uma mera desculpa de quem ainda não tentou investir. Investir é comprar algo e depois revender (às vezes, resgatar) a um preço maior do que foi pago na compra. É investidor quem compra e vende ações, opções, fundos, títulos financeiros e bens em leilões. Mas não deixa de ser investidor quem fuça em mercados on-line e classificados, compra algo que sabidamente está barato e depois revende com lucro, tendo feito ou não algumas melhorias.

Sacoleiros, feirantes, comerciantes, “roleiros” e agricultores, por exemplo, também podem ser considerados investidores, pois assumem riscos ao investir em algo que não sabem, ao certo, quando ou por quanto irão vender.

Em Investimentos inteligentes, mostro que um investidor com um patrimônio de R$ 2 milhões no mercado financeiro pode garantir, sem riscos significativos e para o resto de sua vida, uma renda de R$ 10 mil mensais. No mesmo livro, explico como e com qual estratégia acumular esse valor, e quais cuidados tomar para que a renda obtida seja perpétua.

Chegar a R$ 2 milhões é um sonho muito distante para você? Em Adeus, aposentadoria explico detalhadamente que a mesma renda de R$ 10 mil pode ser obtida se você tiver uma reserva financeira de algumas dezenas de milhares de reais (resultado da venda de um carro ou de um imóvel, por exemplo) e somar a essa reserva seu suor e um bom plano para montar um pequeno negócio próprio bem-sucedido.

Meu objetivo, neste livro, não é detalhar estratégias de investimento. Se quiser aprender mais sobre elas, recomendo a leitura das duas obras que citei. Fato é que, em um país como o Brasil, continental, com um mercado financeiro bem estruturado e acessível a todos, potencialmente rico e em desenvolvimento, investir não é um problema, e não saber investir é apenas sinal de que falta a você desenvolver uma habilidade, ou adquirir um conjunto de conhecimentos.

Dê um pouco de dinheiro a uma pessoa com vontade de aprender e com os pés no chão e ela poderá aproveitar as incontáveis oportunidades de investir que batem a sua porta todos os dias. O problema é que, para a maioria das pessoas, o que falta é justamente essa sobra de dinheiro para poder fazer boas escolhas.

Ricos sem dinheiro

Não me refiro aos miseráveis apenas. Mesmo uma família com renda bem acima da média da população sofre com as incertezas em relação ao futuro. O majestoso padrão de vida conquistado com uma posição diferenciada na carreira, com renda na casa das dezenas de milhares de reais mensais, pode despertar atenção e inveja alheia, mas normalmente sufoca a família com preocupações e incertezas.

A boa escola, o bom plano de saúde, o bom carro comprado por influência das escolhas dos colegas, a boa moradia no condomínio sugerido pelo chefe, a roupa de grife e da moda, para não sofrer olhares de reprovação, trazem também uma cadeia de custos, impostos e manutenção – raramente planejados com antecedência – que impossibilita poupar no ritmo recomendado.

Uma vez conquistado o status, como voltar atrás? O que descartar de um padrão de vida em que um gasto puxa outro? Pode parecer fácil para quem não desfruta de tais benesses, mas aqui não se trata de escolher o que cortar, mas sim de reconhecer erros e voltar atrás – esse, sim, um desafio para qualquer ser humano. É difícil, ou não é natural, admitir que erramos.

Situação pior que essa é quando o status é conquistado não por uma decisão da família, mas por benefícios concedidos pelo empregador. Em uma situação em que plano de saúde, escola, automóvel e moradia são total ou parcialmente mantidos pela empresa para a qual um dos provedores trabalha, a possibilidade de desemprego é como uma assombração que ronda a casa de tempos em tempos. Pior: há a certeza de que algum dia esse fantasma irá realmente atacar e jogar a família em uma realidade de escolhas limitadas e, provavelmente, de angústia e depressão.

Pobres com pouca margem de escolha

A situação de quem ganha abaixo do ideal não é muito diferente. O dinheiro mal dá para fechar a conta de alimentação, remédios, moradia precária e transporte. Lazer só quando é gratuito. Energia e TV por assinatura nem sempre são pagas (o conhecido “gato”). Pequenos itens de conforto, só de segunda mão ou doados. Roupa da moda, nem pensar. No máximo, uma peça comprada em brechó ou no chamado comércio paralelo (ou pirata).

Nessa situação limítrofe, sugerir poupar para o futuro é como rir da desgraça alheia. Como pensar no futuro, se nem o presente é digno de orgulho? Se apertar, sobra, mas mal dá para um cineminha com os filhos.

Daria para mudar a situação desde que a pessoa entendesse que a baixa renda é resultado da baixa capacidade de transformar e de resolver problemas. Para transformar essa realidade, seria preciso se qualificar, investir em cursos que capacitassem a pessoa a fazer trabalhos diferenciados e de maior valor agregado.

O fato é que, de novo, a questão não é de cortar gastos ou não, mas sim de reconhecer erros e voltar atrás. Escolhas ruins, como não ter se aplicado nos estudos na juventude ou não ter dedicado horas livres a cursos técnicos, trouxeram a pessoa à situação atual, e novas escolhas exigem tempo (que muitas vezes é consumido em horas de transporte para o trabalho, em afazeres domésticos e cuidados com os filhos) e dinheiro. Existem cursos profissionalizantes gratuitos, mas, obviamente, os cursos diferenciados têm um custo.

É por isso que, diante de algum dinheiro poupado em razão daquele bico ou de horas extras, é má escolha comprar algo que está fazendo falta à família, mas que não precisa ser adquirido imediatamente. No lugar de gastar esse dinheiro, seria melhor usá-lo para, no raro tempo livre (que nem sempre deve ser usado para o descanso), investir no seu desenvolvimento profissional. Talvez um curso que capacite a exercer uma atividade mais qualificada e obter uma renda maior, talvez uma ferramenta de trabalho que permita produzir e faturar mais. Ganhando mais, não será tão raro ter tempo livre e algum dinheiro sobrando – e, com isso, a margem de escolha aumenta. Essa é a lógica que aprofundo no livro Mais tempo, mais dinheiro, que escrevi em parceria com Christian Barbosa.

A classe média sofre mais

Entre os extremos dos endinheirados com escolhas engessadas e dos mal remunerados que acreditam não ter escolha, temos a chamada classe média. Sem dúvida, a camada da população que mais sofre com problemas financeiros. Não é difícil entender o porquê.

Enquanto os endinheirados sofrem com conforto (para se arrepender nas décadas finais da vida) e os mal remunerados não ambicionam muito além de sua rotina de trabalho e seu consumo básico, a classe média sonha muito – e sonha alto. Afinal, essa é a maior parcela da população, e aquela a que são direcionados todos os programas de crédito e a maior parte das campanhas publicitárias.

A classe média batalha para ter a casa própria. Consegue com a “ajuda” do crédito, paga com sofreguidão suas prestações (que, na maior parte, correspondem ao aluguel do dinheiro do banco) e tem dificuldade para arcar com a decoração, os impostos, os custos e a manutenção dessa casa. Como costuma fazer uma única aquisição desse porte na vida e se arrepender da experiência, acaba não aproveitando o que aprendeu para tomar decisões melhores no futuro. A resistência a assumir o erro dificulta que a lição seja passada aos filhos. Na busca de uma vida de qualidade, passa-se, na verdade, por uma insatisfatória vida de impostos, custos e limitações.

O padrão de vida que escolhemos

Independentemente de quanto recebemos pelo nosso trabalho ou de nossos investimentos, o que determina nossa saúde financeira são nossos gastos. Em outras palavras, não é a nossa renda, mas sim o nosso consumo que determina se teremos ou não dificuldades financeiras, se somos ricos ou não.

A renda é, sem dúvida, um limitador de nossas escolhas. Mas ainda temos liberdade de escolha enquanto não decidimos onde e como morar, como nos deslocar para o trabalho, como nos educar, como nos alimentar.

Ao longo deste livro, chamarei de padrão de vida o resultado das escolhas feitas depois de se ponderar se é possível ou não arcar com determinadas despesas fixas – ou seja, estou falando do conjunto de gastos que engloba moradia (incluindo-se aí aluguel ou prestação da casa própria, condomínio, IPTU, contas de luz, gás, água e telefone), estilo de alimentação, saúde e educação, meios de transporte, forma de lazer e nível de segurança de uma família. As escolhas resultarão em mais ou menos sofisticação, mais ou menos conforto ou conveniência e, consequentemente, mais ou menos gastos.

Em geral, quanto menos se conhece o padrão de vida que se está procurando assumir – caso de quem, por exemplo, está ascendendo na pirâmide social –, maior é a probabilidade de se subestimar as consequências de uma determinada escolha. Por exemplo, a compra de um automóvel mais sofisticado pode resultar em gastos inesperados com manutenção e estacionamento. Ou o esforço para matricular os filhos em uma escola mais cara pode resultar em desembolsos maiores com material escolar, passeios e festas com os novos amigos do colégio.

Podemos considerar, então, que as dificuldades financeiras começam quando acreditamos que podemos adotar um padrão de vida mais elevado (ou mais caro) do que nossa renda realmente permite. Ou que a renda até comporta no momento da decisão, mas que não comportará ao longo do tempo – o que pode ser chamado de padrão de vida insustentável.

Solução tradicional

As dificuldades que descrevi são exemplos do que seriam os comportamentos financeiros médios de diferentes classes sociais. Assim como há um padrão nos comportamentos, há também na orientação a essas pessoas e na busca de solução desses desequilíbrios. Porém, nem sempre as recomendações conduzem a resultados satisfatórios.

Em geral, consultores e educadores financeiros propõem que o fortalecimento financeiro seja alcançado com base em dois pilares: economizar e investir. Em outras palavras, cortar gastos e selecionar alguma forma segura, eficiente e compreensível de multiplicar as reservas.

A dificuldade de economizar

Até aqui, já temos dificuldades suficientes para inviabilizar a prática dessas orientações. Economizar é uma escolha, mas levemos em consideração que muitas pessoas ou famílias começam seu plano de enriquecimento já sufocadas por más escolhas passadas, a maior parte delas na tentativa de compor um padrão de vida idealizado. Economizar significa reconhecer erros e se desfazer de um conforto já conquistado – ao menos, teoricamente conquistado.

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